Pág 24/25
1 - a
2 - d
3 -
a) Os textos de divulgação científica são construídos com recursos linguísticos tais como: uso de expressões (isto é / ou seja) ao lado de conceitos e termos técnicos.
b) A partir da comparação entre pessoas que fizeram exercício e tomaram vitaminas e pessoas que fizeram execício e não tomaram vitaminas, ou seja, a diferença reside no fato de tomar ou não vitaminas após a prática de exercícios. Sendo assim, a ingestão de vitaminas, após os exercícios, não promove a longevidade e a redução do diabetes tipo 2.
Para Praticar
- Muitos séculos atrás, refletindo sobre a temporalidade, Santo Agostinho confessou que, embora tivesse uma noção tácita de tempo aparentemente não problemática , não seria capaz de fornecer uma definição explícita desse conceito.
Pág 26
Para Praticar - Poderia ficar assim:
- Não é possível deixar de sacrificar pelo menos um quê da bondade divina.
- É impossível não sacrificar pelo menos um quê de bondade divina.
Para Aprimorar
1
a) - A expressão " que seja assim" revela uma ideia de concessão. (qualquer resposta que preserve essa ideia é aceitável).
b) - Considere que tanto a novidade como a redundância podem ser desejáveis porque pertencem a campos distintos: a novidade liga-se à racionalidade (cabeça), a redundância aos sentimentos (coração).
Pág 27/28
13 - Crônica, narrativa autobiográfica ou memórias.
14 - Predomina as funções emotiva e referencial. (O narrador imprime um tom coloquial ao texto e emite alguns juízos de valor).
15 - Predominam as sequências narrativas.
16 - " Aí por volta de 1910", "Quando fui para escola", "Durante o curso", "Daí por diante", " Depois, já rapaz" e " Então".
17 - A narrativa se inicia no ambiente familiar (um microssomo), passa para o ambiente escolar (segundo lar), e chega às mesas dos bares, ou seja, o cordão umbilical se rompe e descortina-se o macrocosmo.
18 - Chovia muito. POTES tem valor de advérbio de intensidade.
19 - O jornal foi o primeiro elemento que mostrou o mundo para a criança e foi pela leitura do jornal que Drummond formulou suas primeiras hipóteses sobre o mundo da escrita.
20 - Inicialmente, representam a possibilidade das palavras e posteriormente, passaram a representar a descoberta da literatura.
21 - Uma sequência Explicativa.
22 - Resposta pessoal.
Esse é um espaço reservado para que nossos discentes possam intercambiar seus saberes.
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domingo, 21 de agosto de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Gabarito - Livro 2 - Pág. 4 a 19 (1º ano).
Pág
6
1
- É preciso ter o conhecimento do registro escrito, ou seja, deve-se saber o
código linguístico para decodificar o texto.
2
- Parece, mas não é um texto informativo. A intenção do texto é persuadir o
interlocutor, provocando, assim, uma mudança comportamental. É um texto
injuntivo. (O conhecimento comum e as leituras prévias ajudam na formação de
sentidos.)
3
– Não é bom / aconselhável / recomendável beber e dirigir.
Se
dirigir, não beba!
Não
é permitido dirigir sob efeito de álcool.
4
– a) As mensagens centradas em verbos no imperativo tornam mais evidente a
intencionalidade do texto injuntivo.
b)
Resposta pessoal baseada no texto.
Pág
8 (Tarefa de casa)
1
– E
2
– E
Pág
8 (Para Aprimorar)
1 - a) Para
Mafalda “estrangeiro” se refere a todos os países com exceção da Argentina
(país de Mafalda), independentemente de quem fala.
Para Manolito “estrangeiro” se refere a qualquer
país dependendo de quem fala, neste caso, a própria Argentina, país de migração
do pai de Manolito.
b) As palavras são – deixar /
veio / o país / um país / (Pátria) dele, pra cá / este (não é um) país.
Observa-se que “o país”, que ocorre
na primeira fala de Mafalda, é retomado diferentemente por Manolito e Mafalda. O
primeiro retoma o termo a partir da generalização (todo e qualquer país), e a
segunda de maneira mais específica (a Argentina).
Já “dele, cá, este” marcam a
perspectiva de quem fala ( o “EU”).
2 –E
Pág 10
a) A informação técnica sobre o
medicamente, suas características, a forma de usar, o prazo de validade etc.
b) Espera-se que todos leiam a
bula do início ao fim e não partes fragmentadas. Esta outra leitura das partes
fragmentadas pode ser feita desde que se tenha conhecimento prévio sobre o
medicamento.
Pág 11 (Para praticar)
1 – D
2 – C
Pág 11 e 12
(Para aprimorar)
1 – D
2 – 018 (002 +
016) e 020 (004 + 016)
Pág 18 e 19
(Para
praticar)
1 – A
2 – E
3 – D
Pág 19 - (Para
Aprimorar)
1 – E
2 – B
3 – E
quarta-feira, 25 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
1º Anos - Revisão (Avaliativa) - (2ª Bimestral)
Prezados discentes,
essa atividade é para vocês revisarem o assunto.
Click Aqui para Acessar.
Boa Sorte!
essa atividade é para vocês revisarem o assunto.
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Boa Sorte!
domingo, 8 de maio de 2016
Resposta ( Livro da pág 31 a 38) - 1º anos CEFEM/SESI
Pág 30
1)
R- A linguagem está adequada. Utilizou-se a linguagem formal, adequada a
uma revista de circulação nacional. Pode-se notar também que o entrevistado
possui um grau de escolaridade avançado (é médico psiquiatra).
2)
R – Que se deve respeitar a individualidade de
cada um no relacionamento e que o amor romântico do século XIX está dando espaço
a outros modos de amar
3)
Os pronomes EU e VOCÊ se referem ao entrevistado
( Fávio Gikovate).
4)
Em “ele pulará todas essas etapas” – o referente
é “um jovem “
Em “elas ganharão mais do que
eles” – o referente de elas é (moças) e de eles (rapazes)
Em “(...), entendiam apenas que
alguns dias eles seriam (...)” – o referente de eles é (homens)
Em “quando ela quer ir...” – o referente
é (minha mulher).
5)
a) R – O referente
de “então” é (século XIX)
b)
R- “Agora” se relaciona de forma antagônica a “No passado”.
Pág 31
1)
R - O entrevistado apresenta uma “conclusão” contrariando
a sua própria opinião.
2)
R- Exprime
um processo que se iniciou a pouco tempo (antes do momento da fala do
entrevistado).
3)
R- A referência é situacional, pois não há
menção a datas no texto.
4)
R- Ele não gosta de ópera.
5)
Resposta muito pessoal
6)
R- Hoje – trata-se de uma referenciação “exofórica”
(fora do texto)
7)
R – Consiste no jogo temporal “nós próximos anos”
e “hoje”. O futuro já ocorre no presente.
Pág 34, 35 e 36
1 – e
2 – e
3 – a
4 – c
5 – a
6 – c
7 – b
Pág 37 e 38
1 – a
2 – a) Entende-se que - Geralmente,
sim. Falamos de uma “forma natural” em que as palavras fluem “sem uma certa”
preocupação com a gramática normativa.
b) A expressão “meter
o bico” pode ser substituída por (intrometer-se), já a expressão “de orelhas
murchas” pode ser substituída por (cabisbaixa, humilhada, envergonhada).
3) R- “Acho isso diabólico, significa que deveríamos negar
às pessoas o direito à vida” Faz-se referência a (aceitar o
envelhecimento como ele é, não interferindo nesse processo)
4) R- a) Usa-se a “transgressão da ortografia”, ou seja, a
escrita reproduz a fala dos personagens.
b) Não, esses
fenômenos da linguagem (o modo de falar de Chico) também podem estar presentes
nas regiões urbanas e não refletem, necessariamente, escolaridade ou classe
social do falante.
5) R- 001 + 002 = 003
6) e
7) a) Sim, já que o padre utiliza palavras, exemplos de
metáfora do universo de Augusto Matraga, um homem do campo, um vaqueiro rude.
b) Duas frases são
equivalentes: “(Deus) não tira o estribo do pé de arrependido nenhum” e “o
Reino do Céu (...) ninguém tira de sua algibeira”.
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