Pesquisar neste blog

domingo, 21 de agosto de 2016

Gabarito - livro 2 - pág 24 a 30. (PDT- 1º ano)

Pág 24/25

1 - a

2 - d

3 -
a) Os textos de divulgação científica são construídos com recursos linguísticos tais como: uso de expressões (isto é / ou seja) ao lado de conceitos e termos técnicos.

b)  A partir da comparação entre pessoas que fizeram exercício e tomaram vitaminas e pessoas que fizeram execício e não tomaram vitaminas, ou seja, a diferença reside no fato de tomar ou não vitaminas após a prática de exercícios. Sendo assim, a ingestão de vitaminas, após os exercícios, não promove a longevidade e a redução do  diabetes tipo 2.

Para Praticar
- Muitos séculos atrás, refletindo sobre a temporalidade, Santo Agostinho confessou que, embora tivesse uma noção tácita de tempo aparentemente não problemática , não seria capaz de fornecer  uma definição explícita desse conceito.

Pág 26

Para Praticar  - Poderia ficar assim:

- Não é possível deixar de sacrificar pelo menos um quê da bondade divina.
- É impossível não sacrificar pelo menos um quê de bondade divina.

Para Aprimorar
1
a) - A expressão " que seja assim" revela uma ideia de concessão. (qualquer resposta que preserve essa ideia é aceitável).

b) - Considere que tanto a novidade como a redundância  podem ser desejáveis porque pertencem a campos distintos: a novidade liga-se à racionalidade (cabeça), a redundância aos sentimentos (coração).

Pág 27/28

13 - Crônica, narrativa autobiográfica ou memórias.

14 - Predomina as funções emotiva e referencial. (O narrador imprime um tom coloquial ao texto e emite alguns juízos de valor).

15 - Predominam as sequências narrativas.

16 - " Aí por volta de 1910", "Quando fui para escola", "Durante o curso", "Daí por diante", " Depois, já rapaz" e " Então".

17 - A narrativa se inicia no ambiente familiar (um microssomo), passa para o ambiente escolar (segundo lar), e chega às mesas dos bares, ou seja, o cordão umbilical se rompe e descortina-se o macrocosmo.

18 - Chovia muito. POTES tem valor de advérbio de intensidade.

19 - O jornal foi o primeiro elemento que mostrou o mundo para a criança e foi pela  leitura do jornal que Drummond formulou suas primeiras hipóteses sobre o mundo da escrita.

20 - Inicialmente, representam a possibilidade das palavras  e posteriormente, passaram a representar a descoberta da literatura.

21 - Uma sequência Explicativa.

22 - Resposta pessoal.












quarta-feira, 1 de junho de 2016

Gabarito - Livro 2 - Pág. 4 a 19 (1º ano).


Pág 6 

1 - É preciso ter o conhecimento do registro escrito, ou seja, deve-se saber o código linguístico para decodificar o texto.

2 - Parece, mas não é um texto informativo. A intenção do texto é persuadir o interlocutor, provocando, assim, uma mudança comportamental. É um texto injuntivo. (O conhecimento comum e as leituras prévias ajudam na formação de sentidos.)

3 – Não é bom / aconselhável / recomendável beber e dirigir.
Se dirigir, não beba!
Não é permitido dirigir sob efeito de álcool.

4 – a) As mensagens centradas em verbos no imperativo tornam mais evidente a intencionalidade do texto injuntivo.

b) Resposta pessoal baseada no texto.

Pág 8 (Tarefa de casa)

1 – E
2 – E

Pág 8 (Para Aprimorar)

1 -  a) Para Mafalda “estrangeiro” se refere a todos os países com exceção da Argentina (país de Mafalda), independentemente de quem fala.
Para Manolito “estrangeiro” se refere a qualquer país dependendo de quem fala, neste caso, a própria Argentina, país de migração do pai de Manolito.

b) As palavras são – deixar / veio / o país / um país / (Pátria) dele, pra cá / este (não é um) país.
Observa-se que “o país”, que ocorre na primeira fala de Mafalda, é retomado diferentemente por Manolito e Mafalda. O primeiro retoma o termo a partir da generalização (todo e qualquer país), e a segunda de maneira mais específica (a Argentina).
Já “dele, cá, este” marcam a perspectiva de quem fala ( o “EU”).
2 –E

Pág 10
a) A informação técnica sobre o medicamente, suas características, a forma de usar, o prazo de validade etc.
b) Espera-se que todos leiam a bula do início ao fim e não partes fragmentadas. Esta outra leitura das partes fragmentadas pode ser feita desde que se tenha conhecimento prévio sobre o medicamento.

Pág 11 (Para praticar)
1 – D
2 – C
Pág 11 e 12 (Para aprimorar)            
1 – D
2 – 018 (002 + 016) e 020 (004 + 016)

Pág 18 e 19
(Para praticar)
1 – A
2 – E
3 – D

Pág 19 - (Para Aprimorar)
1 – E
2 – B
3 – E



domingo, 8 de maio de 2016

Resposta ( Livro da pág 31 a 38) - 1º anos CEFEM/SESI

Pág 30
            1)      R- A linguagem está adequada.  Utilizou-se a linguagem formal, adequada a uma revista de circulação nacional. Pode-se notar também que o entrevistado possui um grau de escolaridade avançado (é médico psiquiatra).

           2)      R – Que se deve respeitar a individualidade de cada um no relacionamento e que o amor    romântico do século XIX está dando espaço a outros modos de amar                                                      
             3)      Os pronomes EU e VOCÊ se referem ao entrevistado ( Fávio Gikovate).

            4)      Em “ele pulará todas essas etapas” – o referente é “um jovem “
Em “elas ganharão mais do que eles” – o referente de elas é (moças) e de eles (rapazes)
Em “(...), entendiam apenas que alguns dias eles seriam (...)” – o referente de eles é (homens)
Em “quando ela quer ir...” – o referente é (minha mulher).
           
            5)      a)  R – O referente de “então” é (século XIX)

      b) R- “Agora” se relaciona de forma antagônica a “No passado”.


Pág 31
        1)      R - O entrevistado apresenta uma “conclusão” contrariando a sua própria opinião.
        2)       R- Exprime um processo que se iniciou a pouco tempo (antes do momento da fala do entrevistado).
       3)      R- A referência é situacional, pois não há menção a datas no texto.
       4)      R- Ele não gosta de ópera.
       5)      Resposta muito pessoal
       6)      R- Hoje – trata-se de uma referenciação “exofórica” (fora do texto)
       7)      R – Consiste no jogo temporal “nós próximos anos” e “hoje”. O futuro já ocorre no presente.

Pág 34, 35 e 36
1 – e
2 – e
3 – a
4 – c
5 – a
6 – c
7 – b

Pág 37 e 38
1 – a
2 – a) Entende-se que - Geralmente, sim. Falamos de uma “forma natural” em que as palavras fluem “sem uma certa” preocupação com a gramática normativa.
      b) A expressão “meter o bico” pode ser substituída por (intrometer-se), já a expressão “de orelhas murchas” pode ser substituída por (cabisbaixa, humilhada, envergonhada).

3) R- “Acho isso diabólico, significa que deveríamos negar às pessoas o direito à vida”         Faz-se referência a (aceitar o envelhecimento como ele é, não interferindo nesse processo)

4) R- a) Usa-se a “transgressão da ortografia”, ou seja, a escrita reproduz a fala dos personagens.
          b) Não, esses fenômenos da linguagem (o modo de falar de Chico) também podem estar presentes nas regiões urbanas e não refletem, necessariamente, escolaridade ou classe social do falante.

5) R- 001 + 002 = 003

6) e

7) a) Sim, já que o padre utiliza palavras, exemplos de metáfora do universo de Augusto Matraga, um homem do campo, um vaqueiro rude.
    b) Duas frases são equivalentes: “(Deus) não tira o estribo do pé de arrependido nenhum” e “o Reino do Céu (...) ninguém tira de sua algibeira”.